Na margem esquerda do rio Guadiana, no concelho de Moura, a oliveira é quem mais ordena. Esta região, no Baixo Alentejo oriental, bordejando com Espanha, alimenta-se da azeitona e do seu sumo, o azeite, desde tempos imemoriais. Já era assim quando fenícios e romanos aqui foram os senhores.
“Temos condições de clima e de solo excepcionais”, conta-me José Duarte, presidente da Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos, estrutura que junta 1300 olivicultores, que, em conjunto, exploram 22 hectares de olival, e geram negócios de 40 milhões de euros por ano.
O Município estende-se por 958,5 quilómetros.
Conteúdo reservado a assinantes. Leia aqui o conteúdo completo. Edição do Jornal Económico de 28 de novembro.




