A inflação na zona euro subiu ligeiramente em novembro, fruto sobretudo da dinâmica nos preços da energia, uma evolução que acaba por ajudar o Banco Central Europeu (BCE) na última reunião do ano, quando se espera largamente que as taxas diretoras se mantenham inalteradas. Este cenário fica em linha com a projeção da OCDE que os cortes de juros nas economias mais desenvolvidas acabem em 2026, sendo que para a zona euro a organização não antecipa mais nenhuma redução.
O indicador homólogo de preços no bloco da moeda única subiu marginalmente em relação a outubro, passando de 2,1% para 2,2%, embora com a inflação subjacente estável em 2,4%.
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